domingo, 17 de novembro de 2013

Para a Miriam

I want you to know, that I'm happy for you
I wish nothing but the best for you both
An older version of me
Is he perverted like me
Would he go down on you in a theatre
Does he speak eloquently
And would he want your baby
I'm sure he'd make a really excelente grandfather

 'cause the love that you gave that we made wasn't able
To make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak his name
Does he know how you told me you'd hold me
Until you died, till you died
But you're still alive

And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know

You seem very well, things look peaceful
I'm not quite as well, I thought you should know
Did you forget about me Mrs. Duplicity
I hate to bug you in the middle of dinner
It was a slap in the face how quickly I was replaced
Are you thinking of me when you fuck him?

'cause the love that you gave that we made wasn't able
To make it enough for you to be open wide, no
And every time you speak his name
Does he know how you told me you'd hold me
Until you died, til you died
But you're still alive

And I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know

'cause the joke that you laid on the bed that was me
And I'm not gonna fade
As soon as you close your eyes and you know it
And every time I scratch my nails down someone else's back
I hope you feel it...well can you feel it

Well, I'm here to remind you
Of the mess you left when you went away
It's not fair to deny me
Of the cross I bear that you gave to me
You, you, you oughta know

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Parabéns

Faz hoje quatro anos que tive o dia mais feliz da minha vida.
Faz hoje quatro anos o meu Joãozinho!
Vai ser dia de festa, portanto... Os tios, as tias, a madrinha e o padrinho (sim, que apesar de não haver baptismo, tem padrinhos) a avó e o avô, a "bibó", os primos e primas e, claro, o pai e o irmão.
Vai haver presentes, contidos pois não vivo à custa de alguém, mas sentidos, e com sentido.

E para o ano por cá espero ainda andar para voltar a celebrar...

Parabéns, Joãozinho!

terça-feira, 5 de novembro de 2013

P.A- 2 Hodgkins- 0

Acabadinho de chegar do segundo round.
A "coisa má" já saiu e agora segue-se a recuperação.
Dois diazinhos de repouso absoluto!

Desta vez não "difundi" a coisa pelo que vão sabendo aos poucos.
Mais uma vez, aos que já sabem e não se importaram, ainda bem!
Os outros sei que farão chegar a sua preocupação.

Agora é tempo para um caril, que a comida de hospital não presta lá muito, um cigarrinho (saudades) e descanso!
E prontos, preparado para a próxima!

Adeusinho.

P.A

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Hello!!!


De quando em vez, quando emitimos as nossas opiniões, aparecem uns moralistas ou espiritualistas, ou outros “istas” quaisquer a dizerem “ah e tal, não critiquem, não falem, cada um sabe de si”!
Mais tarde, quando no percurso da vida tomamos posições consentâneas com essas criticas, amuam! Fazem birras!
Não será esse amuo, essa birra uma critica?! Ao nosso comportamento, neste caso!

Provavelmente prefeririam que fossemos falsos e hipócritas, que é o nome que consigo dar a esta gente, e andássemos a sorrir pela frente e a criticar pelas costas!
Pois… façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço!

Se calhar por não ter o espirito aberto (nem quero, a avaliar pelo que conheço!) nunca hei-de perceber esta gente (inha!)!
Agora deixem-me lá ir!
Tenho de colocar agua e sal num balde dos grandes, a ver se absorve esta energia negativa toda!

P.S.: Adoro ver gente mentindo, quando eu já sei toda a verdade!

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Silly Season!


Este ano da minha vida tem sido muito interessante.
Fui traído, sofri com mentiras e segredos, passei por uma separação e uma doença parva que ninguém esperava, muito menos eu, e que têm tornado os meus dias muito intensos.

Habituei-me a ouvir que “nada acontece por acaso” e tenho tentado perceber porque raio me foi acontecer tudo isto.
O facto é que, apesar de não ter ainda percebido tudo, tenho pelo menos tentado ver  isto pelo lado positivo, ao invés do negativo, e aproveitar as coisas boas que me têm sido oferecidas.

Vivendo agora sozinho, sou dono do meu tempo.
Tenho mais tempo para os meus filhos quando estão comigo, e mais tempo para mim quando não estão.
Redescobri o prazer da leitura, de ouvir música, de estar só comigo mesmo, de fazer o que me apetece sem dar justificações.
A minha casa está mais limpa e arrumada Dá gosto receber gente!
Posso por fim dedicar-me aos meus carros, tratar do meu “clássico”.
Tenho aulas de surf, desporto que nunca me fascinou por aí além, mas que me permite aliviar o stresse e a ansiedade.
Sinto-me bem como estou, sozinho quando me apetece, acompanhado quando não.
Foi-me dada a oportunidade de voltar a ser pai, desejo que me estava vedado por força das circunstâncias.
Porque isto das idades funciona nos dois sentidos, tenho uma “miúda” fantástica que olha por mim e me acompanha na doença, agora mais que há umas semanas.
Que me quer bem e gosta de mim pelo que sou, com todos os defeitos e virtudes e que, acima de tudo e bastante importante, adora os meus filhos.
E o sentimento é recíproco!
Por tudo isto, acabo por estar bem melhor que há um ano.
A mágoa e a dor ficam sempre.
As recordações não se apagam de um dia para o outro, se é que alguma vez se apagarão, mas cada vez me lembro menos delas.
Estou, portanto, senão feliz, mais feliz que antes.

Consigo perceber, ainda que aos poucos, que se não tivesse tido os infortúnios que tive neste ano, muito destas coisas não teriam acontecido.
E, pesando umas e outras, estou bem melhor agora.
Livrei-me, não de um, mas de vários problemas.
Se me perguntarem se custou, responderei que ainda custa!
Mas todos os dias um pouco menos.
Perdão?!
Sim, isso é o que menos custa… mas não esqueço!
Não devo esquecer, tenho é de aprender.
E avançar…
Acima de tudo... ainda cá ando!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Resposta

O que é que nos assusta tanto?
Só temos uma oportunidade para viver a vida.
Não há repetições.
O tempo desperdiçado é tempo perdido.
O passado é um fantasma.
O futuro apenas um sonho.
Só existe o agora.
Temos de nos perdoar uns aos outros.
Temos de perdoar e continuar a avançar, porque somos ridiculamente imperfeitos.
Temos de encontrar um sitio que seja o nosso lar, um sitio onde sabemos que somos amados e onde estamos em segurança.
Agora vejo tudo claramente.
Não importa se moramos num apartamento, ou numa mansão.
Não importa se vivemos num hospício. ou numa praia soalheira.
Está tudo na nossa mente.
Os momentos da nossa vida são os que fazemos deles.
A dor, o medo, o amor, a felicidade...
...somos nós que escolhemos como os vamos sentir.
Escolhi ser feliz.
Escolhi ser feliz, porque a felicidade é um estado de espírito.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Acaso

Por estes dias tenho aproveitado o final de tarde e vou até à praia.
Eu, que até nem gosto de praia! Bem, também conheço gente que não gostava de muita coisa e agora ama! Mas adiante.

Nunca fico muito tempo e à vinda aproveito o embalo da Marginal e sigo sereno até casa.
Hoje, vinha eu a pensar em coisa nenhuma, despertou-me a atenção, no passeio paralelo à estrada, uma senhora de alguma idade, pouco mais nova que os meus pais, talvez, que carregava o seu peso e o de dois sacos.
Parecia cansada e cada passo um tormento.
Despertei da minha dormência e, num impulso, vi-me parado a seu lado a perguntar: "para onde vai?"
A principio não me ligou qualquer importância e seguiu o seu caminho.
- "Boa tarde. Desculpe, mas parece-me tão cansada! Aceita boleia? Não se preocupe que não sou dos maus, quero ajudar!"- disse.
Esboçou um sorriso tímido: "Agradeço, sim!"

No caminho, breve de apenas umas centenas de metros, lá me foi contando como vai ocupando os seus dias num pequeno café que tem em sociedade e que "dá mais chatice que lucro".
Como está sozinha, agora que o marido se foi (sei para onde, mas não conto).
Como gostava de voltar atrás no tempo, embora não me tenha dito porquê!
E falou, falou...
Quanto mais a ouvia, mais sentia quão injusta a vida parece ser.
-"Sabe, em tempos disseram-me que nada acontece por acaso. Nada!"- disse-lhe.
Olhou para mim com uma expressão vazia e convidou-me para passar "lá no café e beber um chá!".
Achei piada a esta do chá, mas considero aceitar o convite.

O seu nome?
Helena!

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A diligência

À semelhança da passada semana, venho aqui a este meu cantinho agradecer a todos aqueles que, sabendo da importância deste dia, tiveram o cuidado e a preocupação de, com os seus telefonemas ou mensagens, me transmitirem de algum modo a sua solidariedade.

Porque não o fiz da última vez, impõe-se também um agradecimento a todos aqueles que, estando na posse desse conhecimento, o não fizeram...!
E agradeço a estes mais que aos outros pois assim me deram a conhecer a minha verdadeira importância nas suas vidas, ou para as suas vidas.
Na certeza, porém, que quando tudo isto terminar, não os quererei por perto... por muita consternação que possam sentir!

E porque nestes dias o meu tempo tem de ser ocupado da melhor maneira, deixo-vos umas palavras que me parecem adequadas ao momento e cujo autor me encarrego de descobrir aos poucos nas suas diversas facetas com infindável prazer.

Obrigado!

(...)

"Considero a vida uma estalagem onde tenho que me demorar até que chegue a diligência do abismo. Não sei onde ela me levará, porque não sei nada. Poderia considerar esta estalagem uma prisão, porque estou compelido a aguardar nela; poderia considerá-la um lugar de sociáveis, porque aqui me encontro com outros. Não sou, porém, nem impaciente nem comum. Deixo ao que são os que se fecham no quarto, deitados moles na cama onde esperam sem sono; deixo ao que fazem os que conversam nas salas, de onde as músicas
e as vozes chegam cómodas até mim. Sento-me à porta e embebo meus olhos e ouvidos nas cores e nos sons da paisagem, e canto lento, para mim só, vagos cantos que componho enquanto espero.

Para todos nós descerá a noite e chegará a diligência. Gozo a brisa que me dão e a alma que me deram para gozá-la, e não interrogo mais nem procuro. Se o que deixar escrito no livro dos viajantes puder, relido um dia por outros, entretê-los também na passagem, será bem. Se não o lerem, nem se entretiverem, será bem também."

Bernardo Soares in "O Livro do Desassossego"

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Sarává!

Aos meus amigos, colegas, conhecidos e desconhecidos que me acompanharam no dia de hoje, com as suas palavras de coragem e força, com o seu apoio, e com a sua ajuda, o meu muito obrigado.
À M.J a minha vénia por tudo, apesar de tudo!

Sarává!

sexta-feira, 1 de março de 2013

De passagem...


Comemoro hoje o meu 43º aniversário.
Contrariamente a anos anteriores em que apesar de não ser dia de arromba sempre fiz questão de o festejar mais ou menos “em grande”, este ano não passa de um dia banal e triste.
Uma vulgar sexta feira.

Não me vou agora deter nas razões até porque isso já não interessa nada.
O que interessa é que tomei algumas decisões que tornarão este dia inesquecível.
Iniciarei hoje uma “viagem” que espero fantástica.
Trar-me-á paz e tranquilidade, que é o que preciso.
Alguns sentirão saudades do “Paulo” mas que se dane, o que interessa é a minha felicidade… que encontrarei por certo.

Não me detenho de todo no passado. Aprendi com ele.
Não culpo ninguém por nada a não ser eu próprio.
Hoje limito-me a viver o dia e não pensar em mais nada.

Agradeço a todos aqueles que me foram apoiando nestes meses de “infortúnio”, especialmente a S.P.
Estarão para sempre no meu coração, não me esquecerei do vosso apoio.
A partir de hoje não precisam mais de se preocupar comigo pois encontrei o caminho para a Paz e Felicidade.
E faço intenção de o seguir.

Aproveitem a Vida e façam favor de ser felizes (também)
 
P.A

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Sempre...

"Depois

De sonhar tantos anos
De fazer tantos planos
De um futuro pra nós

Depois
De tantos desenganos
Nós nos abandonamos
Como tantos casais
Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também

Depois
De varar madrugada
Esperando por nada
De arrastar-me no chão

Em vão
Tu viraste-me as costas
Não me deu as respostas
Que eu preciso escutar
Quero que você seja melhor
Hei de ser melhor também

Nós dois
Já tivemos momentos
Mas passou nosso tempo
Não podemos negar

Foi bom
Nós fizemos história
Pra ficar na memória
E nos acompanhar
Quero que você viva sem mim
Eu vou conseguir também

Depois
De aceitarmos os fatos
Vou trocar seus retratos
Pelos de um outro alguém

Meu bem
Vamos ter liberdade
Para amar à vontade
Sem trair a ninguém

Quero que você seja feliz
Hei de ser feliz também"

Marisa Monte

Para o meu amor.

sábado, 2 de fevereiro de 2013

A caminho...

Ontem tive um dos mais dificeis dias da minha vida.
Aqueles que me conhecem e têm partilhado os últimos meses da minha vida sabem do que falo, por isso não vou desenvolver mais...

Esta é seguramente, não a fase mais complicada dos meus dias terrenos, mas sim A Fase!
Eu, que sempre fui um tipo prático, reagente e reactivo, agora não me apetece!
E sabem, acho que o Universo já se encarregou de resolver isso por mim!
A mim basta-me não fazer nada.
Aliás, se nada fizer, mais rapidamente as coisas se resolvem!

Um dia iluminado a todos.

Na Pré História

O texto que agora se segue tem cerca de 25 anos e é da autoria de Miguel Esteves Cardoso.
Nessa altura, como agora, encontra-se actual.
Chama-se: Na Pré História.

"Na Pré-História fui feliz.

Vinte anos Antes de Ti eu era o miúdo do bairro que mais se ria.
Dez anos A.T eu era uma festa em movimento.
Até aos cinco minutos A.T, quando estava no meu carro e ia ter contigo para jantar-mos a primeira vez, eu não tinha problemas de maior.
As pessoas procuravam-me e gostavam de mim. Até eu próprio tinha uma certa simpatia por mim.
Tu civilizaste-me. Ensinaste-me a doce pastorícia da vida em conjunto.
Tornei-me sedentário. Comprei sofás. Abandonei as cavernas.
Deixei-me de dinossauros e artes rupestres.
Em vez de versos escrevia-te a ti.
Em vez de andar à porrada, ou a 200 km à hora, ia para a cama contigo.
Ensinaste-me a tornar profundamente infeliz.
Nunca me hei-de esquecer do dia em que me mostras-te o que era a “vida”.
Na minha pré história conheci muitos bichos horríveis, pterodáctilos e dactilógrafas e isso, mas nunca vi nenhum tão mau como a vida.
Durante todo o período A.T só chorei em cinemas. Tu socializaste-me as lágrimas.
Hoje sei tudo sobre o amor, a alma e a verdade, mas só eu sei quanto me custou.
Foste como um colégio caro na Suiça onde eu caí de paraquedas, o menino selvagem, criado entre cães e galinhas.
Saíste-me cara. E eu saí-me mal.
Agora sei amar, mas não tenho a quem.
Sei viver, mas não percebo porquê.
Já percebi que não posso voltar aos meus dias antes de ti. Sabes lá como fui feliz na minha Pré História, antes da história que tive contigo.
Não leves a mal. Repara, eu até nem me importava de ser infeliz, desde que fosse contigo.
Se tivesses aceite viver na minha Pré História, sem a tua ganância pelo progresso e pela paz, seríamos hoje muito felizes.

Bem feita!"

P.S.:Amo-te

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Palco da Vida- Fernando Pessoa

"Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo.
E você pode evitar que ela vá a falência.

Há muitas pessoas que precisam, admiram e torcem por você.

Gostaria que você sempre se lembrasse de que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem desilusões.
Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros.
Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “eu errei”. É ter ousadia para dizer “me perdoe”. É ter sensibilidade para expressar “eu preciso de você”. É ter capacidade de dizer “eu te amo”.
É ter humildade da receptividade. Desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser feliz…
E, quando você errar o caminho, recomece.
Pois assim você descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Usar as perdas para refinar a paciência. Usar as falhas para lapidar o prazer. Usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência.
Jamais desista de si mesmo.
Jamais desista das pessoas que você ama.
Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um obstáculo imperdível, ainda que se apresentem dezenas de factores a demonstrarem o contrário. "

“Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo…”