quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Hello!!!


De quando em vez, quando emitimos as nossas opiniões, aparecem uns moralistas ou espiritualistas, ou outros “istas” quaisquer a dizerem “ah e tal, não critiquem, não falem, cada um sabe de si”!
Mais tarde, quando no percurso da vida tomamos posições consentâneas com essas criticas, amuam! Fazem birras!
Não será esse amuo, essa birra uma critica?! Ao nosso comportamento, neste caso!

Provavelmente prefeririam que fossemos falsos e hipócritas, que é o nome que consigo dar a esta gente, e andássemos a sorrir pela frente e a criticar pelas costas!
Pois… façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço!

Se calhar por não ter o espirito aberto (nem quero, a avaliar pelo que conheço!) nunca hei-de perceber esta gente (inha!)!
Agora deixem-me lá ir!
Tenho de colocar agua e sal num balde dos grandes, a ver se absorve esta energia negativa toda!

P.S.: Adoro ver gente mentindo, quando eu já sei toda a verdade!

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Silly Season!


Este ano da minha vida tem sido muito interessante.
Fui traído, sofri com mentiras e segredos, passei por uma separação e uma doença parva que ninguém esperava, muito menos eu, e que têm tornado os meus dias muito intensos.

Habituei-me a ouvir que “nada acontece por acaso” e tenho tentado perceber porque raio me foi acontecer tudo isto.
O facto é que, apesar de não ter ainda percebido tudo, tenho pelo menos tentado ver  isto pelo lado positivo, ao invés do negativo, e aproveitar as coisas boas que me têm sido oferecidas.

Vivendo agora sozinho, sou dono do meu tempo.
Tenho mais tempo para os meus filhos quando estão comigo, e mais tempo para mim quando não estão.
Redescobri o prazer da leitura, de ouvir música, de estar só comigo mesmo, de fazer o que me apetece sem dar justificações.
A minha casa está mais limpa e arrumada Dá gosto receber gente!
Posso por fim dedicar-me aos meus carros, tratar do meu “clássico”.
Tenho aulas de surf, desporto que nunca me fascinou por aí além, mas que me permite aliviar o stresse e a ansiedade.
Sinto-me bem como estou, sozinho quando me apetece, acompanhado quando não.
Foi-me dada a oportunidade de voltar a ser pai, desejo que me estava vedado por força das circunstâncias.
Porque isto das idades funciona nos dois sentidos, tenho uma “miúda” fantástica que olha por mim e me acompanha na doença, agora mais que há umas semanas.
Que me quer bem e gosta de mim pelo que sou, com todos os defeitos e virtudes e que, acima de tudo e bastante importante, adora os meus filhos.
E o sentimento é recíproco!
Por tudo isto, acabo por estar bem melhor que há um ano.
A mágoa e a dor ficam sempre.
As recordações não se apagam de um dia para o outro, se é que alguma vez se apagarão, mas cada vez me lembro menos delas.
Estou, portanto, senão feliz, mais feliz que antes.

Consigo perceber, ainda que aos poucos, que se não tivesse tido os infortúnios que tive neste ano, muito destas coisas não teriam acontecido.
E, pesando umas e outras, estou bem melhor agora.
Livrei-me, não de um, mas de vários problemas.
Se me perguntarem se custou, responderei que ainda custa!
Mas todos os dias um pouco menos.
Perdão?!
Sim, isso é o que menos custa… mas não esqueço!
Não devo esquecer, tenho é de aprender.
E avançar…
Acima de tudo... ainda cá ando!

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

A Resposta

O que é que nos assusta tanto?
Só temos uma oportunidade para viver a vida.
Não há repetições.
O tempo desperdiçado é tempo perdido.
O passado é um fantasma.
O futuro apenas um sonho.
Só existe o agora.
Temos de nos perdoar uns aos outros.
Temos de perdoar e continuar a avançar, porque somos ridiculamente imperfeitos.
Temos de encontrar um sitio que seja o nosso lar, um sitio onde sabemos que somos amados e onde estamos em segurança.
Agora vejo tudo claramente.
Não importa se moramos num apartamento, ou numa mansão.
Não importa se vivemos num hospício. ou numa praia soalheira.
Está tudo na nossa mente.
Os momentos da nossa vida são os que fazemos deles.
A dor, o medo, o amor, a felicidade...
...somos nós que escolhemos como os vamos sentir.
Escolhi ser feliz.
Escolhi ser feliz, porque a felicidade é um estado de espírito.