quarta-feira, 23 de setembro de 2009

É o mercado!

Eu às vezes meto-me em coisas que mais valia estar quieto!

Em Março deste ano troquei um dos meus carros.
"Despachei" a minha Laguna 1.6, o maior pesadelo que tive em matéria automóvel, e "fui buscar" um Mondeo 2.0 TDci. Uma máquina com 140 cv, a gasóleo. O meu primeiro carro a gasóleo.

Dos cerca de 9.5 litros que a Laguna fazia em cidade, passei para 6.3 litros (!) com o Mondeo! Uma diferença superior aos 3 litros e ainda por cima a gasóleo.
Para terem uma ideia ainda melhor desta diferença, resta-me dizer que passei de uma despesa de 19o€ por mês, para pouco mais de 90€!
Menos de metade, portanto.

Embalado por esta poupança, comecei a equacionar a troca do outro carro, também a gasolina, por um a gasóleo.
E aqui começa a minha aventura!

Tentando usufruir do poder da "net", comecei por pesquisar qual a melhor opção. Fiz vários pedidos de contacto, nem sempre com sucesso.
A seguir, optei por telefonar e tentar falar com os vendedores, não só para ter uma ideia de preços para a aquisição, mas também para saber informações sobre eventuais campanhas em vigor.

Aqui, apanhei de tudo, desde aqueles que apesar de ter falado com eles várias vezes, raramente faziam ideia de quem eu era, até àqueles do género "eu amanhã ligo-lhe", e "ligaste tu?!" Eles também não!
Primeira conclusão: apesar da crise que dizem que o sector atravessa, muitos destes vendedores devem vender carros como cerejas!

A seguir vem a avaliação.
Mais uma anedota que só não me deu vontade de rir porque era comigo!
Para um carro que custou novo cerca de 16000€ no inicio de 2007, as avaliações variaram entre 0s 7700€ (eheheh) e os 6000€ (eheheheheheheh)!
Dá vontade de rir, não dá?!

Segunda e terceira conclusões:

- Os carros, hoje, são mesmo como as cerejas! Para além de se venderem bem, apodrecem rápidamente!
- Comprar carro novo em Portugal é como comprar acções do MillenniumBcp: a desvalorização é brutal, e para nos vermos livres de ambos (do carro e das acções) quase temos de os oferecer!

E pronto, provavelmente o carro por cá vai ficar! Assim como assim, também não faz muitos quilómetros e não dá chatices (ainda estou traumatizado com a Laguna, apre!).

P.A

sábado, 19 de setembro de 2009

Avisos e alertas

Agora que tenho andado mais de autocarro, tenho reparado em pormenores que antes não me ocorriam.
No outro dia, viajava de pé a meio do autocarro. O MP4 debitava Joe Satriani quando dei por mim a ler um alerta no vidro: quebrar em caso de emergência!
Dei por mim a pensar naquilo. Em caso de emergência!
Que definição terá a Carris para EMERGÊNCIA?
Se eu vir passar uma ambulância com os "tinónis" ligados, posso partir o vidro?! É um caso de emergência, não é?!
Ou se, por outro lado, eu estiver à "rasquinha", e não der para chegar à paragem, é um caso de emergência?
'Tá bem que no primeiro caso partir o vidro, ou não, não aquece nem arrefece, agora, no segundo caso, pode fazer toda a diferença!

E há mais! Como as portas de vidro, por exemplo: normalmente existe um aviso, pequenino, a dizer se devemos empurrar ou puxar a porta.
Mas já repararam que, independentemente do lado da porta em que nos encontremos, temos sempre tendência de EMPURRAR a dita?!
Eu podia continuar nisto a noite inteira, mas não me apetece!

Até breve.

P.A

sábado, 5 de setembro de 2009

Finalmente!!!!

Terminada a "Silly Season", eis que o País se vê varrido por novidades da politica, das campanhas e do ..."jornalismo"!
O destaque dos últimos dias recai, obviamente, na demissão da "jornalista irrascível" e no fim do seu Jornal Nacional. A meu ver, tardiamente e em má hora!

De facto, o aproximar das eleições legislativas fez que toda a oposição, até o meu partido, pusessem em causa a inocência desta demissão e logos vozes se levantaram acusando "mão do governo" neste episódio.
Pessoalmente, não acredito que isso tenha acontecido, nem me irei alongar em teses politico-conspiratórias.

O jornalismo feito por esta suposta profissional, roçava a perseguição e era ferida de isenção. O Código Deontológico dos Jornalistas deve ter sido repetidamente atropelado.

Ainda que os assuntos abordados fossem de interesse nacional, os constantes comentários e apartes da senhora denotavam falta de isenção e gosto pessoal em atingir determinadas pessoas.

Sempre disse que o facto de o marido ser director geral da estação influía para a sua permanência.

Por mim, não lhe vou sentir saudades.


P.A